Bem, na verdade, a partr de agora, começarei a mostrar fotos de orientais japonesas,chinesas e sul koreanas , para que o povo acabe com esse preconceito de que elas não são bonitas, de que são tudo iguais e não tem corpo. Bem, começaremos com a Lee Hyori, sul-koreana.
"Faço parte do mundo e, no entanto, ele deixa-me perplexo. (Charlie Chaplin)." esse frase resume o sentido do meu blog sacaram!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
Será que você concegue??
Jogos que desafiam a sua habilidade mental
fuja dos inimigos:
você é um gênio?
(meu melhor tempo foi 11.83)
o jogo mais difícil do mundo:
O Jogo-Mais-Dificil-Do-Mundo/
(cheguei até 18)
teste do idiota, por incrivel que parece, apenas 1,2% das pessoas conceguem terminá-lo
teste do idiota
fuja dos inimigos:
você é um gênio?
(meu melhor tempo foi 11.83)
o jogo mais difícil do mundo:
O Jogo-Mais-Dificil-Do-Mundo/
(cheguei até 18)
teste do idiota, por incrivel que parece, apenas 1,2% das pessoas conceguem terminá-lo
teste do idiota
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
E se o mundo fosse um grande evento de anime?
Depois de ouvir depoimentos de pessoas tristes pelo fina do último evento em Porto Alegre, cheguei a conclusão que o real motivo nem era pelo evento em si, mas pelas vivencias que as pessoas ganham la. Então dei essa viajada na maionese pra refletir como seria um mundo otaku.
Ficar correndo adoidado com os braços pra trás substituiria o nosso caminhar depressa e o uso de um carro econômico para ir ao trabalho durante a semana.
A canastra do final de semana com seus tios seria substituídlo pelos jogos de yugioh e magic, assim como os cadernos dos alunos seriam substituídos por death notes e o seu indereço seria facilmente identificado pela bandana que você usa na cabeça.
Também seria um lugar onde passar com o celular de musica alta escutando musica japonesa seria algo absurdamente comum( como hoje em dia que passam ouvindo restart).
Andar bem vestido como seu personagem de anime favorito(cosplay) substituiria hoje as pessoas que tem dinheiro para andar bem arrumadas, com roupas de marcas e tal.
bóttons seriam acessórios que praticamente viriam junto com seu corpo, você só teria que escolher quais aquelas mais combina com você.Todo recèm-nascido receberia uma do hospital de graça.
mupy substituiria a tão poderosa Coca Cola e comitas típicas japonesas fariam parte do cardápio mundial dos restaurantes.
Goku seria o nosso Jesus, então comemoraríamos os seus sacrificios no Natal e na Pascoa pensando nele e claro, em dias diferentes!
Concerteza , existiriam muitas pessoas bizarras andando pelas ruas vestidas de kigurum e de toquinhas de anime XD
Armas de fogos teriam seriam substituídas em 70% para espadas ninjas .
modas como Visual Key substituiria os nossos "emos" de hoje
O índice de violência e de pessoas com depressão cairia drasticamente, porém índice de estrupos subiriam 70% pelo fato de a população "adulta" só assistir hentai.
Enciclopédias seriam substituídas por coleções de mangás educativos e os livros comuns por mangas tradicionais.
Não seria nada estranho encontrar personagens como Raito, Naruto , jiraya ,etc, em livros de história.
Assim como Crepúsculo seria história para humanos de outro mundo, no mundo otaku, vampire knight seria o seriado de vampiros mais frescos. Hellsing seria uma das referencias de vampiros.
Assim como Crepúsculo seria história para humanos de outro mundo, no mundo otaku, vampire knight seria o seriado de vampiros mais frescos. Hellsing seria uma das referencias de vampiros.
Pra resumir o mundo seria uma grande ilha que consequentemente seria uma espécie de cópia do Japão como seus costumes, alimentos ,etc
e eventos de anime dariam lugar a eventos de pessoas reais:
(quem tiver mais idéias manda).
piada do dia : humor negro
Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:
— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:
— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?
— Eu te aviso. — disse o pai.
E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:
— Chegou, papai? Chegou?
No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.
— Sabe o que é isto, Joãozinho?
— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!
— Exatamente, meu filho. É o colírio.
Que bom! — disse Joãozinho.
— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!
— Não. Hoje, não — disse o pai.
— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...
E Joãozinho disse meio conformado:
— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.
E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.
— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!
O pai disse:
— Não. Aprenda a esperar!
— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.
— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.
Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.
Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:
— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.
O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.
A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!
— Agora, papai. Agora! O colírio.
O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.
— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.
— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!
O menino abriu os olhos e exclamou:
— Ué. Eu não estou enxergando nada!
E a família toda grita:
— Primeiro de Abril!"
suhaiahdiuahdiudhsaidhudiuhdhsauidhdisauhdsaiudsahuidshuidsahdisa
— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:
— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?
— Eu te aviso. — disse o pai.
E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:
— Chegou, papai? Chegou?
No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.
— Sabe o que é isto, Joãozinho?
— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!
— Exatamente, meu filho. É o colírio.
Que bom! — disse Joãozinho.
— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!
— Não. Hoje, não — disse o pai.
— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...
E Joãozinho disse meio conformado:
— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.
E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.
— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!
O pai disse:
— Não. Aprenda a esperar!
— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.
— Tudo tem a sua hora, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.
Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.
Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:
— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.
O pai pediu que ele esperasse a hora certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.
A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!
— Agora, papai. Agora! O colírio.
O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.
— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.
— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!
O menino abriu os olhos e exclamou:
— Ué. Eu não estou enxergando nada!
E a família toda grita:
— Primeiro de Abril!"
suhaiahdiuahdiudhsaidhudiuhdhsauidhdisauhdsaiudsahuidshuidsahdisa
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